
..::SINOPSE::..
Durante a Segunda Guerra, na França ocupada pelo exército alemão, a jovem Shosanna Dreyfus (Mélaine Laurent) testemunha a execução da família pelo coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz). Porém, ela consegue escapar e passa a viver sob a identidade de uma proprietária de cinema em Paris, enquanto aguarda o momento certo para se vingar. Ainda na Europa, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo de soldados judeus para lutar contra os nazistas. Conhecido pelo inimigo como "Os Bastardos", o grupo de Aldo recebe uma nova integrante, a atriz alemã e espiã disfarçada Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger), que tem a perigosa missão de chegar até os líderes do Terceiro Reich.
..::FICHA TÉCNICA::..
Diretor: Quentin Tarantino
Elenco: Brad Pitt, Diane Kruger, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Daniel Brühl, Eli Roth, Samm Levine, Michael Fassbender, B.J. Novak, Til Schweiger.
Produção: Lawrence Bender
Roteiro: Quentin Tarantino
Fotografia: Robert Richardson
Duração: 153 min.
Ano: 2009
País: EUA/ Alemanha
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Universal Pictures
Estúdio: Lawrence Bender Productions / Universal Pictures / A Band Apart / The Weinstein Company / Studio Babelsberg / Zehnte Babelsberg
Classificação: 18 anos
..::GALERIA DE FOTOS::..
..::TRAILER::..
..::RESENHA::.. por Felipe Sclengmann
Com Quentin Tarantino não há meio termo, apenas “ame ou odeie”. Foi assim com “Pulp Fiction”, “Cães de Aluguel” e ambos “Kill Bill”. Uns ovacionam, outros passam longe.
Bastardos Inglórios” não foge a regra. É Tarantino do começo ao fim, em cada frame, diálogo e gota de sangue. E sim, é Tarantino no auge de sua forma, no auge de sua carreira cinematográfica.
Os puritanos históricos a parte, já que a história é um devaneio do cineasta, apresentando, como se fosse uma espécie de faroeste de 2ª Guerra, um grupo de soldados americanos que sai caçando nazistas, na esperança de ter a oportunidade de, em algum momento, chegar até Hitler e acabar com a guerra pelo mundo.
A história, pra lá de envolvente, como sempre dividida em capítulos é, de certa forma, uma afronta aos fatos históricos, uma vez que os distorce. Mas quem se importa?
O longa jamais tenta vender uma imagem de realidade dos fatos apresentados. O Hitler de Tarantino é uma visão caricata do personagem. Brad Pitt, mais uma vez, deixa o lado galã e incorpora um soldado americano com sotaque e interpretação hilários. Mas o destaque é mesmo para Christoph Waltz e seu Hans Landa, um dos seguidores de Hitler, do alto escalão, caricato, cínico e amedrontador, tudo ao mesmo tempo.
Tecnicamente falando, seja no quesito fotografia, som, direção de arte ou figurino, o longa é impecável. Já esperado em um longa do cineasta, provido de tamanho orçamento.
Em uma época em que cineastas, produtores e roteiristas se rendem as formulas fáceis. Tarantino e seu “Bastardos Inglórios” eleva sua carreira a outro nível de qualidade. A obra se prova uma longa legítimo do diretor, longe de ser apenas um bastardo.










0 comentários
Postar um comentário