
..::SINOPSE::..
No futuro, Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-militar paraplégico que é levado a outro planeta, Pandora, habitado pelo povo Na'vi, raça humanóide com língua e cultura próprias. É nesse lugar que ele lutará pela própria sobrevivência e pela vida dessas estranhas criaturas.
..::FICHA TÉCNICA::..
Diretor: James Cameron
Elenco: Sam Worthington, Sigourney Weaver, Michelle Rodriguez, Zoe Saldana, Giovanni Ribisi, Joel Moore.
Produção: James Cameron, Jon Landau
Roteiro: James Cameron
Fotografia: Mauro Fiore
Trilha Sonora: James Horner
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Twentieth Century-Fox Film Corporation / Lightstorm Entertainment / Giant Studios
..::GALERIA DE FOTOS::..
..::TRAILER::..
..::RESENHA::.. por Felipe Sclengmann
Raramente, se tratando de cinema, alguém se envolve de tal forma em um projeto, gastando tanto tempo e dinheiro para desenvolver a tecnologia em prol de sua arte. É o caso de James Cameron, que não dirige nenhum filme de ficção desde “Titanic”, sucesso inalcançável de bilheteria.
Mais de 15 anos na esteira, mais de $ 300 milhões depois, o cineasta chega aos cinemas com o seu ecológico “Avatar”. E o filme é diferente de tudo que já se viu, plasticamente.
Apresentando um mundo silvestre chamado de Pandora, onde as florestas têm uma beleza tropical exótica, com montanhas flutuantes e plantas bioluminescentes, o filme chega inovando a tecnologia, utilizando-se do 3D para colocar o espectador no meio desse mundo, ao lado de seus nativos moradores.
Os Na’Vi, gerados por computação gráfica, baseados nas interpretações dos atores, são totalmente foto-realistas. A impressão que se tem é que ao sair do cinema, poderemos encontrar um daqueles seres de 3 metros de altura na rua.
O embate do filme faz com que a plateia reflita sobre suas ações e do que o ser humano é capaz. Enquanto os Na’Vi tentam defender sua terra por amá-la e principalmente respeitá-la, os humanos que lá chegam pensam apenas em explorar o planeta e extrair até a ultimo recurso que dê o retorno financeiro desejado aos mesmos.
Para isso, são criados corpos semelhantes aos da espécie de nativos, controlados à distância por cientistas e contratados do exército. São os tais “avatares”. Essencialmente, são espiões bem elaborados, para aprender sobre os costumes do povo, e assim, negociar uma possível rendição para que os recursos sejam explorados sem que haja uma guerra entre o povo Na’Vi e os humanos.
O roteiro, por sua vez explora, o já manjado confronto entre duas raças e a reação humana ao desconhecido. Mas isso não incomoda. A viagem para Pandora, através da interpretação dos atores, verdadeiramente comedida, recheada por efeitos e inovações técnicas, vale cada segundo das quase três horas de projeção.
Ao fim da projeção, fica aquele gostinho de quero mais. E, segundo Cameron, duas continuações são projetadas. Se verdade: eu VEJO vocês lá!










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